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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Joyce Meyer e Tony Evans são alvos de canal de fake news que o YouTube falha em remover

 

YouTube Mantém no Ar Canal de Fake News que Ataca Líderes Cristãos com Capas Falsas e Monetização

Relatórios apontam que o canal "Case Files America" usa inteligência artificial e acusações falsas contra Joyce Meyer, Tony Evans e outros ministérios para gerar lucro com anúncios.

O ecossistema digital e a responsabilidade das grandes plataformas de mídia voltaram ao centro dos debates após denúncias apontarem que o YouTube tem falhado em remover canais dedicados exclusivamente à disseminação de boatos e desinformação contra líderes cristãos conhecidos internacionalmente.

O Alvo das Falsas Narrativas e o Modus Operandi

No centro da controvérsia está o canal Case Files America. Identificado por relatórios de órgãos de monitoramento de mídia, como a Trinity Foundation, o canal utiliza estratégias agressivas de desinformação focadas em engajamento e cliques (o chamado clickbait monetizado).

Entre os alvos frequentes das postagens estão figuras proeminentes do meio evangélico, incluindo Joyce Meyer, Tony Evans, Jimmy Swaggart, Joel Osteen, Benny Hinn, T.D. Jakes, Greg Laurie e Joni Lamb.

Exemplos de Manipulação e Montagens

  • Fake News sobre Joyce Meyer: O canal veiculou um vídeo com a capa manipulada por inteligência artificial exibindo o comentarista Tucker Carlson chorando e a frase chamativa "15 mulheres mortas encontradas". No entanto, o conteúdo interno do vídeo não mencionava vítimas ou crimes graves, limitando-se a alimentar rumores sem provas sobre salas secretas e documentos ocultos na propriedade da escritora.
  • Acusações Infundadas contra Tony Evans: Títulos alarmantes sobre supostos achados chocantes em sua residência foram usados para atrair espectadores, sem apresentar qualquer evidência real no decorrer da gravação.
  • Desmentido Oficial de Ministérios: Em outros casos, o canal inventou relatórios falsos sobre quedas de aeronaves. Um porta-voz do Andrew Wommack Ministries precisou vir a público desmentir categoricamente os rumores: "Nenhum aspecto da história é verdadeiro. Andrew Wommack não sofreu acidente de avião e está completamente seguro."

Monetização e o Negócio da Desinformação

O aspecto que mais gera revolta entre os afetados e a comunidade cristã é a exploração financeira das mentiras. Os vídeos produzidos continuam exibindo anúncios comerciais antes e durante a reprodução.

Na prática, isso significa que tanto os criadores anônimos do canal quanto a própria plataforma geram receitas de publicidade sobre conteúdos de caráter difamatório. Estimativas de agências de checagem indicam que a indústria global da desinformação movimenta bilhões de dólares anualmente por meio de anúncios programáticos em portais e redes sociais.

Impasse Jurídico e Falhas de Moderação

A permanência de canais desse tipo no ar expõe duas grandes dificuldades enfrentadas no combate às notícias falsas na internet:

  1. Brechas nas Diretrizes das Redes: As diretrizes da comunidade do YouTube preveem regras mais rígidas e filtros automatizados para combater desinformação médica ou eleitoral. No entanto, difamações genéricas contra figuras públicas dependem de processos de revisão manuais que nem sempre resultam na remoção ágil do canal.
  2. Anonimato e barreiras Judiciais: Para que pastores ou ministérios afetados possam processar os responsáveis por calúnia e difamação, é necessário obter ordens judiciais complexas que obriguem o Google a fornecer os dados de identificação e registro do criador por trás do canal anônimo.

Enquanto as brechas de moderação persistem, a recomendação para os leitores e internautas é manter a vigilância, checar a veracidade de conteúdos sensacionalistas em fontes oficiais e não compartilhar vídeos que utilizem acusações apelativas sem comprovação jornalística.

sábado, 26 de abril de 2014

Veja lista com pessoas que fizeram de tudo para voltar para a cadeia


Veja lista com pessoas que fizeram de tudo para voltar para a cadeia

Americano roubou banco porque estava com 'saudades' da prisão.
Em 2013, sueco pediu para polícia buscá-lo após fuga para ir ao dentista.



Saudades da prisão
O americano Walter Unbehaun, de 73 anos, foi preso novamente após um assalto a banco em Niles, no estado de Illinois, alegando que cometeu o crime apenas porque estava com “saudades” da prisão. A polícia informou que, em 50 anos, Walter ficou apenas seis em liberdade, e que a qualidade de vida seria melhor dentro da cadeia do que fora dela (leia a matéria).
Walter Unbehaun roubou banco para ser pego propositalmente e voltar para a cadeia (Foto: FBI, Arquivo/AP)Walter Unbehaun roubou banco para ser pego propositalmente e voltar para a cadeia (Foto: FBI, Arquivo/AP)
Frio de -20ºC
Em Lexington, no estado de Kentucky (EUA), Robert Vick, de 42 anos, se arrependeu de ter escapado da prisão e precisou ligar para a polícia e pedir para voltar, depois que precisou encarar as temperaturas baixíssimas fora da cadeia. Vick fugiu de uma unidade de segurança mínima e, na mesma noite, as temperaturas chegaram a -20ºC, com direito a ventos fortes e congelantes (leia a matéria).
Robert Vick não aguentou frio de -20ºC e pediu para voltar para a prisão (Foto: Kentucky Department of Corrections/AP)Robert Vick não aguentou frio de -20ºC e pediu para voltar para a prisão (Foto: Kentucky Department of Corrections/AP)
Dor de dente
Em dezembro de 2013, um prisioneiro de 51 anos que cumpria pena em Östragård, na Suécia, fugiu da cadeia apenas para que pudesse tratar uma dor de dente. Ao ver que a dor não diminuía, o prisioneiro conseguiu fugir da cadeia de segurança mínima para procurar tratamento por conta própria e, depois de ser atendido, procurou a polícia para que o levasse de volta à prisão (leia a matéria).
Sueco fugiu da cadeia apenas para ir ao dentista, e ligou para a polícia buscá-lo após remover um dente (Foto: Wikimedia Commons)Sueco fugiu da cadeia apenas para ir ao dentista, e ligou para a polícia buscá-lo após remover um dente (Foto ilustrativa: Wikimedia Commons)
Bebida vira 'passe' para a prisão
Robert Louis Fabbro, de 55 anos, foi preso em setembro de 2013 em Ocala, no estado da Flórida, depois de entrar em uma loja e roubar uma cerveja de US$ 1, para que pudesse ser preso e levado à cadeia. Depois de sair com a bebida de uma loja sem pagar, Louis foi abordado por um oficial e revelou que tinha roubado a cerveja apenas para ser levado à prisão (leia a matéria).
Robert Louis Fabbro roubou cerveja de US$ 1 para que pudesse ser levado à prisão  (Foto: Divulgação/Marion County Jail)Robert Louis Fabbro roubou cerveja de US$ 1 para que pudesse ser levado à prisão (Foto: Divulgação/Marion County Jail)
Em busca de tratamento
Já em agosto de 2013, Timothy Dean Alsip, de 50 anos, roubou US$ 1 de um banco em Portland, no estado do Oregon (EUA), para ser preso e poder receber tratamento médico. Após entrar na agência e pedir a quantia, Alsip se sentou na entrada da agência com o dinheiro na mão e esperou a polícia chegar (leia a matéria).
Timothy Alsip roubou US$ 1 de banco nos EUA para que pudesse receber tratamento médico (Foto: Clackamas County Sheriff's Office/Divulgação)Timothy Alsip roubou US$ 1 de banco nos EUA para que pudesse receber tratamento médico (Foto: Clackamas County Sheriff's Office/Divulgação)
Do volante para a prisão
Matthew Tesson, de 46 anos, pediu para ser preso em abril de 2012 por dirigir bêbado em Yarmouth, no estado de Massachusetts (EUA). O homem dirigiu até a delegacia de Yarmouth e fez o pedido curioso. A polícia confirmou que Tesson estava alcoolizado e dirigia com a carteira de motorista suspensa, e que ele seria preso (leia a matéria).
Matthew Tesson pediu para ser preso. (Foto: Divulgação)Matthew Tesson pediu para ser preso. (Foto: Divulgação)
'Fuga para dentro'
O norte-americano Marvin Lane Ussery, de 48 anos, foi preso agosto de 2011 em Folsom, no estado da Califórnia (EUA), depois que foi flagrado tentando entrar em uma prisão estadual. Ussery, que estava em liberdade condicional, havia deixado a mesma cadeia há dois ano, e voltou porque estava com "saudades" (leia a matéria).
Com 'saudades', Marvin Lane Ussery voltou para a prisão de onde tinha saído há dois anos (Foto: Divulgação)Com 'saudades', Marvin Lane Ussery voltou para a prisão de onde tinha saído há dois anos (Foto: Divulgação)
Fonte   G1 
 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Prefeito de Verona anuncia multas para quem alimentar moradores de rua

Prefeito de Verona anuncia multas para quem alimentar moradores de rua

Imagem: DivulgaçãoO prefeito de Verona, Flavio Tosi, anunciou nesta quinta-feira (24) um medida polêmica para dar um fim à população de rua que habita o centro da cidade. A prefeitura pretende multar em €500 aqueles que forem flagrados alimentando os sem-teto de Verona. De acordo com o prefeito, o alto número de moradores de rua na praça central cria “um risco para a saúde pública”.
“Perto da Piazza Dante há um jardim para o qual a Ronda della Carità (organização italiana de caridade) enviava cestas básicas. Agora há mais de 20 mendigos vivendo no jardim e eles o tratam como seu próprio banheiro”, conta Tosi, membro do partido de direita Liga Norte. “A situação ficou incontrolável, e por isso introduzi essa proibição”.
De acordo com o prefeito, Verona conta com “inúmeros” abrigos, e aqueles que decidem viver na rua estão provocando “um desastre ambiental”.
Marco Tezza, presidente da Ronda della Carità, afirma que a lei e as multas surgiram “do nada”. “Nós não encorajamos os mendigos. Vamos aonde somos necessários. Se há problemas com a higiene e a ordem pública, a solução é aumentar o controle. Multar aqueles que oferecem comida não é a resposta”.
A medida não foi bem recebida por políticos da região. O presidente da província de Verona, Giovanni Miozzi, criticou a nova política, afirmando que, apesar da necessidade de manter a ordem pública, a prioridade da prefeitura deveria ser ajudar pessoas em situações difíceis.
“Essa lei tem uma única função durante o período eleitoral: lembrar os eleitores de Verona de que Flavio Tosi é o ‘xerife’”, afirmou Francesca Businarolo, parlamentar do partido Movimento Cinco Estrelas (M5S).
Tosi, cujo partido tem uma política feroz contra os imigrantes na Itália, diz que a lei não tem fins eleitorais: “Esse decreto está de acordo com o espírito cristão, e durante a onda de frio do inverno nós também recebemos imigrantes ilegais”.
No ano passado, Roberto Calderoli, um membro veterano da Liga Norte comparou a ministra Cecile Kyenge a um orangotango. Apesar da polêmica causada por sua declaração, ele se recusou a abandonar sua função de vice-líder do Senado.

Fonte: O Globo