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Culto evangélico em escola causa polêmica e diretoria é acusada de alugar espaço

Culto evangélico em escola causa polêmica e diretoria é acusada de alugar espaço


No último final de semana, moradores de Cuiabá ficaram revoltados com o som alto de um culto evangélico realizado no interior de uma escola. Reclamações semelhantes são registradas nos órgãos competentes em todo Brasil. Na capital do Mato Grosso, a média é de quatro denúncias por semana.


Um culto evangélico foi realizado na escola pública Djalma Ferreira de Souza, deixando os vizinhos do local indignados. Segundo o jornal Olhar Direto, eles reclamaram do barulho e da algazarra que era feita no lugar. O culto foi realizado no bairro Morada do Ouro na cidade de Cuiabá, capital do Mato Grosso.
Mesmo com o pedido de moradores o volume não foi diminuído. A população também acusa a diretora do colégio de estar recebendo dinheiro para que o ambiente da escola seja utilizado.
“Trataram-me mal porque eles diziam que pagaram pelo local e iriam usá-lo de maneira que bem eles entendessem. Não iriam sair e nem iriam abaixar o som. Isso durou três dias”, comentou o morador Camilo Saes ao jornal. Ele também relatou que sofreu ameaças ao reclamar do barulho.
“Sempre denunciamos, mas os policiais não fazem nada”, falou sobre os inúmeros boletins de ocorrências. “Se aquele lugar é público e o estado é laico, por que todos os fins de semana eles alugam para os evangélicos?”, complementou sobre a situação da escola.
A diretora da escola explicou sua versão para o jornal Olhar Direto. “Eu jamais faria isso. São denuncias infundadas. A escola é aberta para todos. Eu reforço. Jamais alugue escola para alguém”, disse Maria Cirlene Cunha.
As denúncias de poluição sonora são frequentes nas grandes cidades e o volume de reclamações do barulho de cultos é fato comum na mídia. Segundo o serviço do Disque Silêncio de Mato Grosso há pelo menos quatro registros semanais sobre o volume alto de cultos evangélicos.
Segundo informações da Prefeitura Municipal de Cuiabá, o valor das multas pode ir de R$270,00 a R$6 mil. As infrações podem ser analisadas em leves, graves ou gravíssimas, de acordo com legislação vigente, a Lei Municipal de Combate a Poluição Sonora N°3.819/99.
The Christian Post

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