Em 5 de setembro, a Organização de Direitos Humanos de Chin (CHRO, sigla em inglês) divulgou um relatório de 160 páginas intitulado "Ameaças à nossa existência: a perseguição aos cristãos étnicos Chin de Mianmar (antiga Birmânia)".
"O governo do presidente Thein Sein reivindica que a liberdade religiosa é protegida por lei, mas, na realidade, o budismo é tratado como a religião do Estado de fato", disse o diretor do Programa CHRO, Salai Ling. "As instituições do Estado e ministérios de anteriores regimes militares continuam a operar da mesma forma discriminatória ainda hoje. Infelizmente, poucas reformas chegaram ao Estado de Chin", concluiu.
Fonte: Christian Solidarity Worldwide (CSW)
0 Comentários