quinta-feira, 2 de abril de 2015

Igrejas passam a considerar Presbiteriana como seita após aprovação do casamento gay

Igrejas passam a considerar Presbiteriana como seita após aprovação do casamento gay

Igrejas passam a considerar Presbiteriana como seita após aprovação do casamento gay A decisão da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos em aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo causou uma reação instantânea em outras denominações, que romperam os laços de fé com a entidade.
A Iniciativa Nacional das Igrejas Negras (NBCI, na sigla em inglês), que representa 34 mil congregações de 15 denominações, anunciou o rompimento como forma de repudiar a decisão tomada pela Prebyterian Church USA (PCUSA), uma das convenções presbiterianas dos Estados Unidos.
“A NBCI e sua base de membros são posicionados na Palavra de Deus, dentro da mente de Cristo. Nós pedimos que nossos irmãos e irmãs da PCUSA se arrependam e sejam restaurados à comunhão”, disse o presidente da NBCI, pastor Anthony Evans, segundo informações do Christian Post.
O comunicado do líder evangélico disse ainda que agora a denominação presbiteriana se tornou uma seita: “A manipulação da PCUSA representa um pecado universal contra toda a Igreja e seus membros. Com essa ação, a PCUSA não pode mais basear seus ensinamentos em 2 mil anos de Escrituras e tradição cristã, e ainda se chamar de entidade cristã no corpo de Cristo. Ela abandonou o seu direito por este único ato errado”, acrescentou Evans.
A NBCI representa 15,7 milhões de evangélicos afro-americanos, e foi a primeira a se posicionar mais firmemente sobre o caso. No Brasil, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes afirmou que a Igreja Presbiteriana daqui não tem vínculos com a PCUSA.
“O apóstolo Paulo nos adverte sobre isso quando declarou em Gálatas 1:8 que há quem pregue outro Evangelho. Nenhuma igreja tem o direito de mudar a Palavra de Deus. Ao votar para redefinir o casamento, a PCUSA perde automaticamente a graça salvadora de Cristo. Há sempre a redenção no corpo de Cristo através da confissão de fé e aderência à Sagrada Escritura”, acrescentou o pastor Evans, deixando claro que o rompimento está condicionado à decisão de aceitar o casamento gay.