segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Pastor chega de Limousine em igreja e revolta evangélicos

Pastor chega de Limousine em igreja e revolta evangélicos



Você certamente já ouviu ou leu em algum site de noticias gospel, sobre a teologia da prosperidade.

Essa semana, um vídeo está fazendo sucesso e causando revolta nos evangélicos de todo o Brasil.

Nele, aparece um pastor chegando em sua igreja, em um bairro pobre na cidade se Sorocaba-SP.

O grande problema, é que esse pastor identificado pelo nome de Paulo Filho da igreja Batista de Jardim São Paulo, chega na igreja montado em uma limousine branca, enquanto dezenas de fiéis vibram e comemoram sua chegada.


Um fato parecido aconteceu recentemente, quando um Bispo da Universal colocou um carro importado dentro da igreja, para incentivar as pessoas a pedirem bençãos materiais.

E um outro pastor ostentando em um Camaro vermelho, gerou muita polêmica na internet.

Separamos dois vídeos do mesmo episódio, o primeiro, é o vídeo original.


No segundo, você poderá acompanhar os comentários do reverendo Caio Fábio.

 Assista com os comentários de Caio Fábio
 

O fuxico Gospel
    
Leia mais...

Homossexual defende a família, critica movimento gay e recebe ameaças de morte


Homossexual defende a família, critica movimento gay e recebe ameaças de morte

O movimento LGBT é uma massa de manobra, afirma Smith Hays em entrevista

Homossexual defende a família, critica movimento gay e recebe ameaças de morte 
  Jovem gay critica o movimento LGBT e recebe ameaças de morte


Um jovem mineiro, de apenas 26 anos, causou enorme alvoroço nas redes sociais com a publicação de um vídeo no Youtube, que superou 40 mil acessos. O motivo: ele se apresenta como homossexual, mas faz críticas contundentes contra o movimento LGBT.
No vídeo, Smith Hays, como ele se denomina na internet, acusou o movimento que supostamente representa lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) de agir contra os interesses destas minorias em nome de um projeto totalitário de poder.
Após a publicação do vídeo, que leva o nome polêmico de “Gay de Direita”, o jovem mineiro recebeu ameaças de morte, ofensas e tentativas de intimidação. Em entrevista ao Gospel Prime, ele explicou suas opiniões e motivação.
O que motivou você a gravar o vídeo?
O desespero de ver o que dizem contra gays e saber que isso é motivado pelo fato de um estereótipo sobre gays ter sido criado [pelo movimento LGBT] e de forma agressiva, petulante e grosseira, foi criado pelos que querem instaurar as mudanças na sociedade. Por essa indignação, resolvi me expressar.
O que você acha das mudanças culturais propostas pelo movimento?
São mudanças que não têm o intuito real de proteger homossexuais, haja vista o ataque que estou sofrendo justamente por aqueles que se dizem defensores dos gays. Se eu, mesmo sendo gay, sou atacado pelos supostos defensores dos gays apenas por ter uma opinião diferente, percebemos que o intuito deles não é proteger gays e, sim, uma ideologia.
Qual sua opinião sobre o movimento LGBT?
O movimento LGBT é uma massa de manobra. Não sei se por inocência ou por preguiça de se informar, muitos gays estão nesta imaginando que lutam por um mundo melhor. E assim deveria ser mesmo! Porém, os seus integrantes não percebem que, na verdade, estão sendo usados. O movimento LGBT usa o ideal nobre de igualdade apenas para conseguir instaurar um Estado totalitário através de projetos que, aparentemente, trazem mais igualdade aos gays, mas que apenas desestabilizam a sociedade e acirram a luta de classes.
Qual é sua opinião sobre o PLC 122?
Bom, o PLC 122 caracteriza opinião como crime de “homofobia” e de discriminações de orientação sexual. Sou contra isso, pois foi feito para atender apenas uma parcela da população. Não entendo porque não se cria um projeto de lei que combata toda e qualquer discriminação. Existem esquerdistas que xingam adversários, inclusive, pela cor da pele. Ora, isso ao meu ver é tão criminoso quanto chamar alguém de “viado”.
Em recente debate, a candidata Luciana Genro (PSOL) sugeriu que o candidato do PSC, pastor Everaldo, e outros evangélicos que se opuseram à distribuição do Kit Gay nas escolas são responsáveis pelas mortes de homossexuais no Brasil. O que você pensa disso?
É de um tremendo mau-caratismo atribuir a uma classe social a culpa pelo assassinato de alguém. A culpa sempre será do indivíduo! Além do mais, o Kit Gay possuía vídeos com cenas eróticas! Acho isso completamente dispensável para a educação contra o preconceito e a intolerância. Campanhas contra o preconceito devem existir, sim! Porém, de forma pacífica e em defesa de todos, sem discriminação nem privilégios. Pegar uma classe (religiosos) e culpá-la por um país ineficiente, que permite que assassinos fiquem à solta e matando é, no mínimo, doença mental.
Recentemente, o assassinato de um jovem no Goiás, João Antônio Donati, foi atribuído a homofobia. Depois, a polícia descobriu que ele foi morto pelo próprio parceiro sexual. O movimento LGBT ignora casos de violência que são praticados entre os gays?
Sim, ignora. Eles estão, sem perceber, doutrinados a atacar apenas crimes de intolerância quando há diversidade sexual (heterossexual contra homossexual). Creio que a missão de todos deveria ser ampliar as penas legais para qualquer assassinato. Um crime que tenha sido motivado apenas por questões de orientação sexual já é mais grave por natureza, pois pode receber mais uma qualificação. Não vejo necessidade de uma lei específica.
Você considera que a família está sob ataque?
Está sob intenso ataque! Lei da palmada, Lei João W. Nery, sexualização das crianças, são apenas alguns exemplos dessa ideologia que quer lançar o Estado nas relações mais íntimas dos seres humanos. O Estado brasileiro tem essa mania desde sempre. Por exemplo, as leis de controle alimentar. Isso é extremamente errado! Está na hora do Estado brasileiro sair da frente do desenvolvimento e se colocar em seu lugar, que é abaixo das famílias e abaixo da propriedade das pessoas. O Estado é apenas acessório; família e propriedade são entes naturais, conectados ao mais íntimo da natureza humana.
Como sua família e amigos têm reagido às toda essa repercussão?
A principal reação é o medo. Pois não estamos em um país livre. Você tem suas liberdades até o limite do politicamente correto (que se reduz a cada dia). Se passar desse limite, você é considerado o pior ser humano do universo, é atacado e humilhado de forma cruel por aqueles mesmos que se dizem proteger a liberdade! Meus próximos me orientam para parar de publicar coisas desse tipo. Mas eu me pergunto, que democracia é essa? Algumas pessoas estão me ameaçando de morte e coisas muito piores simplesmente porque disse o que eu acho da vida. A pior foi a seguinte: “Imagina só se essa mamãezinha que você defende com tanto fervor no vídeo, te acha com o pescoço cortado? Que lindo, não?”. Digo, estamos realmente em uma ditadura. É hora de se mexer de verdade! Pois isso só vai piorar, é projeto de poder, não é um mero acaso.
Você acredita em Deus? Tem alguma crença?
Tenho muita fé em Deus! Acredito, sim, que existe alguém superior que nos protege e nos guia. Alguns aspectos das religiões eu já não considero válidos como, por exemplo, usar trechos da Bíblia para atacar outras pessoas. O maior ser humano que passou por este mundo foi Jesus Cristo. É a parte da Bíblia que eu creio, pois ele é o verbo de Deus na Terra. Ele não humilhou ninguém, não segregou, nem nada.
Assista:
Leia mais...

Pastor transforma gasolina em suco para provar sua fé


Pastor transforma gasolina em suco para provar sua fé

Suposto milagre gera polêmica na África do Sul

Pastor transforma gasolina em suco para provar sua fé  
Pastor transforma gasolina em suco para provar sua fé

Desde 2002, o pastor Lesego Daniel é líder do Ministério Centro Raboni, em Garankuwa, ao norte de Pretória, a capital executiva da África do Sul. Suas mensagens polêmicas têm atraído críticas de milhares de pessoas, embora os membros testemunhem muitos milagres nos cultos.
No início do ano, ficou mundialmente conhecido por ensinar os fiéis de sua congregação a comer grama por que, desta maneira, poderiam estar “mais perto de Deus”. Muitos membros da congregação acabaram passando mal ao passo que alguns alegavam terem sido curados após terem feito isso.
No final do mês passado, o vídeo de um dos “milagres” realizados num culto de domingo começou a circular na internet. Ao pregar sobre o poder da fé, um dos pastores associados do ministério de Daniel pega uma garrafa contendo gasolina e joga um pouco do líquido em uma bacia. Depois, acende um fósforo e prova diante da congregação que é, de fato, um líquido inflamável.
Ato contínuo, afirma que pela sua fé, o conteúdo da garrafa se transformaria em suco de abacaxi. O pastor bebe um pouco e parece se engasgar, mas testifica que é realmente suco. O processo todo ocupa os primeiros 7 minutos do material. O pastor de colete que aparece no início é Lesego, que nos primeiros minutos do vídeo lança o desafio para que as pessoas exercitem sua fé.
O vídeo teve mais de 150 mil visualizações. No início traz o seguinte aviso “o nível de unção não é o mesmo. Se você não consegue transformar água em vinho, não tente fazer isso”. Quando as pessoas da congregação pedem para provar o suco “milagroso”, várias delas ouvem do pregador que o líquido poderia garantir “bênçãos”.
O discurso do pastor após as pessoas terem tomado a gasolina transformada em suco é que esse era algo profético, que estava disponível apenas para aqueles que realmente criam. Comparou à passagem bíblica de Apocalipse capítulo 10, quando o profeta recebe um livrinho de Deus que na boca era “doce como mel”, mas chegava amargo ao seu ventre.
O material foi amplamente divulgado na África do Sul e, como era esperado, gerou muitos comentários maldosos e questionamentos sobre o sentido de tal milagre. Com informações de The Citizen
Assista:

Leia mais...

Estudo afirma que pessoas religiosas não praticam mais boas ações que as outras

Estudo afirma que pessoas religiosas não praticam mais boas ações que as outras

Estudo afirma que pessoas religiosas não praticam mais boas ações que as outras Seguindo o senso comum, muitas pessoas acreditam que as pessoas religiosas são mais “boazinhas” do que aquelas que não seguem uma religião. Porém, um estudo recente aponta que essa suposta moral mais elevada por parte dos religiosos é na verdade um mito.
Um estudo publicado na Science Magazine aponta que a religião parece não ser o caminho para, necessariamente, transformar alguém em um ser humano mais caridoso. O estudo, que analisou o comportamento de um grupo de 1200 adultos concluiu que as pessoas religiosas praticam tantas boas ações quanto qualquer outra pessoa.
O estudo foi realizado pelos pesquisadores Wilhelm Hofmann, do departamento de psicologia da Universidade de Colônia, da Alemanha, Mark J. Brandt do departamento de psicologia social da Universidade de Tilburg, da Holanda e Linda J. Skitka e Daniel C. Wisneski, do departamento de psicologia da Universidade de Illinois, dos Estados Unidos.
Durante os estudos, os 1200 voluntários, de diferentes visões políticas e religiosass tiveram que relatar diariamente todas as ações boas e ruins que haviam praticado ou testemunhado no dia. Ao fim da pesquisa foi concluído que cada pessoa passa em média por uma experiência do tipo por dia, e que a religião ou visão política dessa pessoa não exerce nenhuma influência sobre o resultado.
Além de mostrar que as pessoas religiosas não praticam um número maior de boas ações que os não religiosos, o estudo mostrou outros dois resultados entre os religiosos: o primeiro é que esses se mostravam mais culpados ou chateados quando não praticavam nenhuma boa ação, mas que nem mesmo essa culpa fazia com que praticassem mais boas ações. O segundo ponto observado é que, em geral, os religiosos se sentiam mais orgulhosos que os demais ao fazer o bem para outras pessoas.
Leia mais...

Pastor afirma o cristianismo não é uma religião e que Jesus Cristo era uma “pessoa anti-religião”

Pastor afirma o cristianismo não é uma religião e que Jesus Cristo era uma “pessoa anti-religião”

Pastor afirma o cristianismo não é uma religião e que Jesus Cristo era uma “pessoa anti-religião” O pastor Ed Young, da Fellowship Church, no estado do Texas, EUA, ministrou recentemente uma série de sermões nos quais, segundo ele, buscou esclarecer de maneira bíblica noções preconcebidas sobre Deus, que a sociedade tende a manter como verdadeiras. Em um desses sermões ele afirmou que o cristianismo na verdade não é uma religião, e que Jesus foi “a pessoa mais anti-religião que já viveu”.
Com o título “Mythbusters” (uma alusão ao programa de TV “Caçadores de Mitos”), os sermões tiveram como um de seus temas centrais a ideia de que Deus não quer que seus seguidores sejam religiosos, ao contrário do que as pessoas pensam.
- Existem algumas semelhanças entre as religiões do mundo, porque todas fazem reivindicações exclusivas, mas Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém chega a Deus, senão por mim”. “Portanto, chamar Jesus apenas de ‘um bom professor’ é ser histórica e intelectualmente desonesto – afirmou Young.
- O que separa o Cristianismo das outras religiões é o fato de que na verdade não é uma religião. Jesus era a pessoa mais anti-religião que já viveu. Religião é um conjunto de fazer e não o fazer criado pelo homem a fim de agradar Deus – completou o pastor, observando que as religiões do mundo são diferentes do cristianismo quando se trata de salvação, da condição humana, da sua história e reivindicações.
Young explicou que as religiões orientais são consideradas esotéricas, ou seja, suas filosofias são baseadas em olhar para dentro de si. Já as religiões ocidentais, como o judaísmo, o islamismo e o cristianismo são exotéricas, pois “Deus se revelou a partir do exterior através da natureza e também por meio de um livro de confiança”, afirmou o pastor.
- Os judeus não estão preocupados com a vida após a morte, eles estão esperando o Messias para dar-lhes de volta a sua terra e o domínio sobre a terra. É muito histórica, é uma religião baseada em obras – afirmou Young.
- O Alcorão foi escrito 580 anos depois da Bíblia, é basicamente uma cópia grosseira do Antigo Testamento. Eles seguem os cinco pilares do Islã e dependendo de quão bem você seguir os pilares, você pode ser punido ou ir para o paraíso eterno. É um jogo de expectativa – ressaltou.
Ao explicar a diferenças de tais religiões com o cristianismo, ele afirmou que “muitos [religiosos] tentam fazer o bem por conta própria, com a esperança de que eles vão conseguir o objetivo final de sua religião. No entanto, a diferença em seguir Jesus em relação ao islamismo e judaísmo é encontrada na Bíblia que diz: [o seu] bom não é bom o suficiente”.
- Na religião está escrito “faça” enquanto no cristianismo está escrito “feito”. Porque o trabalho foi realizado, o preço foi pago, porque Cristo fez algo por nós que jamais podemos fazer por nós mesmo – completou o pastor.
Leia mais...

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Ex-Tiazinha nega que seja pastora depois de polêmica com Daniel

Ex-Tiazinha nega que seja pastora depois de polêmica com Daniel




    
Uma notícia chocou a comunidade evangélica nos últimso dias.
Foi o fato de Suzana Alves, ex Tiazinha, ter cido citada em uma biografia lançada pelo cantor Daniel.

O cantor fez revelações muito intimas sobre um caso que teve com Suzana.

Até ai tudo bem.

O problema é que Suzana Alves costuma se apresentar em várias cidades do Brasil, pregando e contando seu testemunho.

Não foram poucos os sites de noticias gospel  que publicaram a noticia de que a ex-tiazinha teria virado pastora.

Depois da polêmica com Daniel, Suzana nega que seja pastora, nega que andou pregando a palavra e não fala mais sobre fé.

O que será que mudou?
  



Leia mais...

Rosto de Jotta A sem maquiagem assusta fãs

Rosto de Jotta A sem maquiagem assusta fãs




    
O que acontece quando uma celebridade é fotografada sem maquiagem?

Foi isso que aconteceu com o cantor Jotta A.

Ele foi fotografado ao lado de uma fã, com o rosto sem maquiagem e visivelmente cansado.

A mistura desses ingredientes, revela um rosto que não estamos habituados a ver, e chegou a causar decepção em algumas jottasticas, termo atribuido a suas fãs incondicionais.

A mudança não ficou só na imagem pintada por um rostinho bonito, mostramos recentemente que Jotta A se tornou um popstar desafinado.
O Fuxico Gospel
Leia mais...

Igreja Universal anuncia construção de novo megatemplo em São Paulo

Igreja Universal anuncia construção de novo megatemplo em São Paulo

Igreja Universal anuncia construção de novo megatemplo em São Paulo Menos de dois meses após ter inaugurado a réplica do Templo de Salomão, a Igreja Universal do Reino de Deus anunciou a construção de mais um megatemplo em São Paulo.
O novo empreendimento está sendo erguido na zona norte da capital paulista, no bairro de Vila Nova Cachoeirinha. O site da denominação explica que o templo que atendia a região anteriormente se tornou pequeno, e um novo precisou ser construído.
“A Universal abrirá novas portas na zona norte da capital paulista. O mais novo templo da Igreja começou a ser erguido em janeiro deste ano, na Vila Nova Cachoeirinha”, anuncia o site da Igreja Universal.
O pastor responsável pela filial, Jonas Morais, destaca que o número de frequentadores cresceu e forçou a denominação a iniciar uma nova obra: “Há mais de 20 anos a Igreja começou o trabalho evangelístico no local e, por não comportar o número de pessoas que frequentam as reuniões, foi preciso buscar um espaço maior”, disse o pastor.
A denominação fundada e liderada pelo bispo Edir Macedo vem fazendo altos investimentos na televisão, com horários alugados em praticamente todas as emissoras de sinal aberto, com exceção do SBT e da rival Globo, maior concorrente da Record, pertencente a Macedo.
O Templo de Salomão, inaugurado em julho deste ano, foi erguido ao longo de quatro anos ao custo de mais de R$ 680 milhões, e possui capacidade para 10 mil pessoas sentadas. A Universal não poupou recursos na construção do megatemplo, e importou pedras de Israel para revestir a fachada, além de aplicar ouro no revestimento de alguns detalhes da decoração.
Há, ainda, um prédio com 60 apartamentos que hospedam os pastores que vão ao local, além de dois apartamentos na cobertura do Templo de Salomão, que abrigam o bispo Edir Macedo e sua esposa, e também seu genro e sua filha, o bispo Renato Cardoso e a escritora Cristiane Cardoso.
Leia mais...

Jovem negro morto pela Polícia falava de Jesus momentos antes dos disparos, diz testemunha

Jovem negro morto pela Polícia falava de Jesus momentos antes dos disparos, diz testemunha

Jovem negro morto pela Polícia falava de Jesus momentos antes dos disparos, diz testemunha A morte do jovem Michael Brown, 18 anos, na cidade de Ferguson, Missouri, causou grande comoção nos Estados Unidos e levou a uma onda de protestos. Agora, uma testemunha trouxe mais detalhes ao caso: Michael estaria falando de Jesus quando foi atingido por um tiro disparado por um policial.
A testemunha, que estava trabalhando próximo à cena do crime, afirmou à polícia e ao FBI que passou por Michael Brown e o ouviu falar de Jesus enquanto conversava com um colega. Ambos estavam em um condomínio residencial da região.
A identidade dessa nova testemunha foi preservada por questões de privacidade, segundo informações do jornal St. Louis Post-Dispatch.
O rapaz que topou testemunhar em sigilo afirmou que não conhecia Michael Brown, e no momento do disparo, trabalhava a poucos quarteirões do local onde havia passado pelo jovem 30 minutos antes.
A declaração da testemunha bate com as afirmações do colega de Michael que estava com ele pouco antes de ser morto. Numa entrevista a uma emissora de TV da região, o colega afirmou que Michael vinha sentindo “vibrações ruins” e teria buscado ajuda divina. “Que o Senhor Jesus Cristo me ajude a passar por isso, e não sinta raiva de tudo que eu estava fazendo”, teria dito o jovem ao colega.
Em seu depoimento, o rapaz que testemunhou em sigilo disse que não conseguiu prestar atenção no teor da conversa entre Michael Brown e seu colega, e apenas conseguiu guardar na memória que o jovem assassinado tinha dito que “tinha uma imagem de Jesus em sua parede, enquanto o colega brincava dizendo que o diabo tinha uma foto dele”.
À polícia, a testemunha disse que viu a cena de perseguição contra Michael Brown, que fugia de um carro da Polícia, e também viu o policial Darren Wilson à pé atrás do jovem, e momentos depois ouviu o disparo.
Leia mais...

Jovem relata que foi obrigada pela mãe a praticar sexo com 1.800 homens em ritual satânico

Jovem relata que foi obrigada pela mãe a praticar sexo com 1.800 homens em ritual satânico

Jovem relata que foi obrigada pela mãe a praticar sexo com 1.800 homens em ritual satânico Uma jovem britânica acaba de lançar um livro onde relata que foi obrigada pela própria mãe a praticar sexo com 1.800 homens ao longo de dez anos, em uma espécie de ritual satânico que era praticado com seu padrasto.
A jovem se identifica como Annabelle Forest e diz que sua mãe a iniciou nos rituais satânicos aos 7 anos, com um vizinho chamado Colin Batley, que ela namorava à época e que posteriormente se tornou seu marido.
A mãe de Annabelle, Jacqueline Marling, concordava com os abusos sexuais e até participou de alguns, fazendo sexo em grupo com os vizinhos que eram adeptos do ritual satânico ao mesmo tempo em que estupravam sua filha.
O padrasto é descrito por Annabelle como uma pessoa persuasiva: “Colin consegue convencer qualquer pessoa a fazer o que ele quer. Ele me perguntava se eu estava gostando, e eu tinha que dizer que sim. Mas, por dentro, estava morrendo, era horrível”, relata a jovem.
No livro “The Devil on the Doorstep: my escape from a Satanic Sex Cult” (“O diabo na vizinhança: minha fuga de um culto sexual satânico”, em tradução livre), Annabelle relata que seu padrasto estuprava várias crianças, sempre usando uma capa com capuz, da mesma forma que fazia com ela. A jovem afirma que as crianças e mulheres que participavam do ritual não podiam encarar Colin durante o ato.
Quando engravidou de Colin, aos 17 anos, Annabelle resolveu fugir de casa para pôr um fim aos abusos sexuais. Em 2011, sua mãe e seu padrasto foram presos e condenados à prisão.
Annabelle compareceu ao julgamento como espectadora e notou que sua mãe era uma pessoa “fria e satânica” como o padrasto. “Eu fui assistir à sentença na corte porque queria vê-la pela última vez. Ninguém no mundo pode me machucar mais do que os dois”, afirmou a jovem, segundo o jornal Daily Mail.
Leia mais...

Revista Época traça perfil dos candidatos que se lançam na política sob a bandeira evangélica; Confira

Revista Época traça perfil dos candidatos que se lançam na política sob a bandeira evangélica; Confira

Revista Época traça perfil dos candidatos que se lançam na política sob a bandeira evangélica; Confira A ênfase dada pela mídia aos evangélicos nas eleições deste ano despertou muitas perguntas em setores da sociedade que não conhecem o mosaico que forma o perfil das denominações, protagonizado por líderes de influências diferentes, assim como pensamentos.
A revista Época publicou uma reportagem sobre “o jeito evangélico de pedir voto e fazer política”, assinada pelos jornalistas Flávia Tavares e Tiago Mali. Para a dupla, os evangélicos demonstram habilidade ao driblar as imposições da lei eleitoral sem desrespeitá-la.
“Por lei, ele não pode pedir voto no culto. Pode, no entanto, suplicar que rezem por ele. Até outubro, esse tipo de cena se multiplicará nos milhares de igrejas do país. Candidatos evangélicos de diversas denominações (só pastores são 270) tentarão chegar ao Congresso”, escrevem Flávia e Tiago, traçando um perfil do candidato que se identifica como evangélico.
A reportagem ilustrou “o jeito evangélico de pedir voto” com o caso do pastor Rodrigo Delmasso, 34 anos, da igreja Sara Nossa Terra e candidato a deputado distrital em Brasília, o que equivale a deputado estadual nos demais estados do país.
“Seu raciocínio é simples: não é pecado usar o púlpito para falar de um país melhor, para incentivar o fiel a exercer seu papel de cidadão. Desde que não se peça voto”, descrevem os jornalistas, que destacaram que em 2014, são “345 postulantes a um mandato que usam na urna títulos como ‘pastor’, ‘bispo’ ou ‘missionário’”.
Delmasso argumenta em defesa da legitimidade do uso do título eclesiástico como forma de identificar ao seu público quem ele é: “Qual a diferença para um candidato que vai para a frente de uma fábrica, falar para os eleitores de seu setor? Muitos ainda usam o nome de Deus em segmentos que não têm nada a ver… É a pluralidade da democracia. A igreja é uma entidade social que representa um estrato da sociedade. Um bancário se elege para defender seus pares. Um taxista também. Se as categorias têm esse direito, por que a igreja, uma expressão da sociedade, não teria?”, argumenta o pastor, formado em gestão pública e com pós-graduação em serviço social.
Os jornalistas observam o fato de que os candidatos apoiados pelas igrejas estão cientes sobre a característica do eleitor evangélico, que é mais resistente que os demais grupos sociais, e explicam que eles ficaram reticentes “depois de tantos escândalos de corrupção envolvendo políticos que atuam sob o signo da fé”, e citam o caso das sanguessugas, revelado em 2006. “Tratava-se do desvio de dinheiro público destinado à compra de ambulâncias. Um dos acusados foi o bispo Carlos Rodrigues, da Igreja Universal do Reino de Deus, mensaleiro condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Naquelas eleições, a bancada evangélica no Congresso caiu de 61 para 36 parlamentares. O fiel passou a ver com imensa desconfiança o engajamento de seus líderes com a política”, contextualizam.
Por fim, os jornalistas da revista Época lembram a heterogeneidade do público evangélico e as subdivisões existentes entre as igrejas.
“Nem todas as denominações são inclinadas ao palanque. A divisão mais comum é entre evangélicos de missão (as igrejas mais antigas, como batista, adventista e presbiteriana); pentecostais (as nascidas no início do século XX nos Estados Unidos e no Brasil, como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil, [Igreja do Evangelho] Quadrangular e Deus é Amor); e as neopentecostais (criadas a partir dos anos 1970, como Universal do Reino de Deus e Sara Nossa Terra). As evangélicas de missão têm entre seus dogmas não se envolver diretamente com política. As pentecostais e as neopentecostais adotaram uma postura mais engajada desde o fim da ditadura. Foi quando a Igreja Católica aumentou sua bancada no Congresso. Os evangélicos temiam perder espaço e influência”, concluem.
Leia mais...

domingo, 21 de setembro de 2014

Jesus foi crucificado por que seus discípulos eram terroristas, defende estudioso


Jesus foi crucificado por que seus discípulos eram terroristas, defende estudioso

Historiador Dale Martin gera polêmica em meio acadêmico

Jesus foi crucificado por que seus discípulos eram terroristas, defende estudioso 
 
  "Jesus foi crucificado por que seus discípulos eram terroristas"

De tempos em tempos surgem “novas” análises sobre a vida de Jesus. O artigo escrito este mês por Dale Martin, professor de estudos religiosos da Universidade de Yale, para o Jornal acadêmico de Estudos do Novo Testamento apresenta uma teoria controversa.
Jesus pode ter sido crucificado porque seus seguidores carregavam armas e violaram as leis do Império Romano, ocupando uma posição semelhante aos terroristas modernos. Os evangelhos de Marcos e Lucas afirmam que os seguidores de Jesus portavam uma espada quando Cristo foi preso pouco depois da Última Ceia, durante a festa judaica da Páscoa. Ela pertencia a Simão Pedro que a usou para cortar a orelha de um dos soldados que prenderam Jesus, segundo o Evangelho de João.
Esse comportamento não foi tolerado pelos romanos, liderados por Pôncio Pilatos. Segundo Martin, este aspecto pouco comentado da história de Jesus indica que o Messias não era assim tão pacifista. “Possuir um punhal já era motivo para prisão em Roma. O fato de os seguidores de Jesus estarem armados foi suficiente para crucificá-lo”, acredita Martin, cujo artigo está gerando polêmica no meio acadêmico.
Hal Taussig, um erudito do Union Theological Seminary de Nova York, acredita que o artigo de Martin “nos lembra que os primeiros seguidores de Jesus e, talvez ele próprio inevitavelmente, viram-se em conflito com o terrorismo de Estado do Império Romano. Os romanos usavam a violência intencional contra os povos conquistados, matando dezenas de milhares pessoas por crucificação”. Mas ele faz uma ressalva “é quase impossível sabermos se muitas das coisas que o professor Martin propõe são historicamente válidas ou não”.
Por sua vez, Harold Attridge, ex-reitor da Escola de Divindade de Yale, acredita que a análise de Martin é fundamentada e que “os romanos teriam reagido fortemente contra alguém visto como uma ameaça política”, o que quase certamente era o caso de Jesus.
Martin defende que Jesus e seus seguidores provavelmente esperavam um confronto apocalíptico em breve, em que forças divinas (na forma de anjos) destruiriam o templo de Roma e de Herodes e inaugurariam um reino sagrado. E isto poderia exigir algum esforço por parte dos discípulos de Jesus, até mesmo armado, acrescenta o estudioso. Para ele, isso está em harmonia com o cenário descrito dezenas de anos depois no livro de Apocalipse, de autoria do apóstolo João, que testemunhou tudo.
Paula Fredriksen, historiadora do cristianismo primitivo na Universidade Hebraica de Jerusalém, disse que o artigo de Martin possui tantos buracos “que um caminhão poderia passar através deles”. Embora confirme que carregar armas era ilegal na cidade de Roma, as mesmas leis não necessariamente se aplicavam em Jerusalém. Além disso, justifica, a palavra grega usada nos Evangelhos e que Martin interpreta como “espada” na realidade era usada para designar algo mais parecido com uma faca. “Somente profissionais, como soldados, portavam espadas”, diz. Mesmo assim, afirma apreciar essa tentativa de lançar uma nova luz sobre esse aspecto da história bíblica.

 Com informações News Week
Leia mais...

Estado Islâmico lança vídeo game que ensina a matar cristãos e judeus


Estado Islâmico lança vídeo game que ensina a matar cristãos e judeus

"Chamas da Guerra" quer estimular a "guerra santa" muçulmana.


Estado Islâmico lança vídeo game que ensina a matar cristãos e judeus EI lança vídeo game que ensina a matar cristãos e judeus

A organização terrorista Estado Islâmico (EI) anunciou a criação de um vídeo game ao estilo Grand Theft Auto, onde os jogadores podem participar da Jihad contra forças americanas e iraquianas.
O EI vem usando as redes sociais com sucesso para divulgar seus ideais e atrair jovens para serem voluntários nos conflitos no Oriente Médio. Esse game é apenas mais uma de suas técnicas de recrutamento. Até o momento, foi divulgado um trailer do jogo cujo nome é “Chamas da Guerra”. O vídeo de apresentação foi postado no Youtube e teve mais de 150 mil visitas em menos de uma semana.

Produzido pela Al Hayat Media Center, pode-se ver a simulação de combate com soldados americanos e iraquianos, além de uma série de explosões.  Seu propósito seria estimular a “guerra santa”, incluindo a morte de cristãos e judeus. O EI afirma que o jogo foi concebido para “levantar o moral dos mujahedin e ensinar crianças e jovens a lutar contra o Ocidente e estimular o terror nos corações daqueles que se opõem ao Estado Islâmico”.
O jogo mostraria ainda as táticas militares da organização. Toda vez que um inimigo é morto, ouve-se “Allahu Akbar”, que significa “Deus é grande”. Em uma das últimas cenas, um atirador dispara na cabeça de um inimigo enquanto ele se ajoelha para cuidar de um companheiro ferido. As cenas remetem à crueldade pela qual é conhecida a organização terrorista.
Obviamente, o EI aparece vencendo todas as batalhas. Segundo as primeiras informações, o jogo poderá ser baixado gratuitamente, mas ainda não há uma data para o lançamento oficial.
Aos que acreditam que possa ser “apenas um jogo”, Jay Caspian Kang do The New Yorker escreve que durante a última década, o Exército dos EUA usou um videogame multiplayer online chamado “Exército dos Estados Unidos” como uma técnica de recrutamento. Segundo o jornalista, de fato houve um aumento no alistamento entre os jovens que o jogaram.

 Com informações de Christian Post
Leia mais...

Jornalista percorre trilha de trajeto feito por Jesus entre Nazaré e Cafarnaum e afirma: “Ele era mochileiro e estava em boa forma”

Jornalista percorre trilha de trajeto feito por Jesus entre Nazaré e Cafarnaum e afirma: “Ele era mochileiro e estava em boa forma”

Jornalista percorre trilha de trajeto feito por Jesus entre Nazaré e Cafarnaum e afirma: “Ele era mochileiro e estava em boa forma” A exploração do turismo religioso em Israel não é novidade, e uma trilha que percorre os trajetos feitos por Jesus na terra santa vem atraindo fiéis interessados em estar onde o Filho de Deus esteve.
Um jornalista brasileiro se aventurou a percorrer a chamada “trilha de Jesus”, que vem sendo feita desde 2007, quando viajantes traçaram um caminho que passa pelos mesmos locais visitados por Jesus nos deslocamentos de Nazaré a Cafarnaum.
“Jesus Cristo era mochileiro e, ademais, estava em boa forma. A ideia, quiçá profana, me acompanhou durante três dias -enquanto caminhava 60 quilômetros, escalando montanhas e cruzando rios secos na região da Galileia. Eu seguia o trajeto de Cristo entre Nazaré e Cafarnaum”, escreveu Diogo Bercito, repórter da Folha de S. Paulo.
O relato de Bercito explica que a trilha “é um trajeto por entre locais mencionados no Evangelho, com episódios relacionados a Jesus”, e passa, por exemplo, na praia de Tabgha, onde foi registrado o milagre da multiplicação de pães e peixes.
“Caminhei sozinho, com a mochila nas costas e carregando em meu Kindle uma versão comentada da Bíblia. Já em cima da primeira montanha, poucas horas depois de deixar Nazaré, pensei no preparo físico de Cristo. Porque o caminho não seria fácil”, confessa o jornalista.
No primeiro dia, Bercito diz ter iniciado a trilha às 07h00 e já no começo o trajeto se mostrava desafiador: “A caminhada seguiu por 460 longos degraus até o topo da montanha, de onde se via a paisagem. Destinos distantes. Mas o ponto final, Cafarnaum, não estava à vista. O cenário urbano logo ficou para trás. A estrada desceu a ribanceira, cruzou uma rodovia e me jogou no mato. Às 9h, cheguei às ruínas de Séforis, possível berço de Ana, avó de Jesus Cristo”, contou.
Paisagem de trecho da "trilha de Jesus"
Paisagem de trecho da “trilha de Jesus”
Ao final de três dias de trilha, o jornalista – que já havia sofrido com o intenso calor da região – começou a se aproximar do destino final, e cada vez mais com a certeza de que Jesus mantinha uma forma física atlética: “Andando nas margens do mar da Galileia, já não temia o calor. Larguei a mochila e mergulhei no lago. Então, um sorriso. Vi, atrás de um monte, a igreja da multiplicação dos peixes. Depois dela, uma placa para Cafarnaum. Mesmo sob a luz das 12h, os últimos quilômetros foram rápidos para mim. Apenas um arranhão na perna, causado por plantas espinhentas, e uma dor muscular generalizada me lembravam aquela primeira ideia: Jesus estava em forma”, concluiu.
Leia mais...

Música gospel que Michelle Williams gravou com Beyoncé faz sucesso em clubes gays

Música gospel que Michelle Williams gravou com Beyoncé faz sucesso em clubes gays

Música gospel que Michelle Williams gravou com Beyoncé faz sucesso em clubes gays A cantora gospel norte americana Michelle Williams gravou recentemente uma música com suas ex-companheiras de palco Kelly Rowland e Beyoncé, uma das artistas mais famosas da música pop. Intitulada “Say Yes” (em português: [Quando Jesus] Diz Sim), a música tem feito muito sucesso em todo o mundo.
Porém, a canção gospel caiu também no gosto de um público que não é exatamente o público habitual de Williams, e está sendo muito tocada em clubes gays. Porém, a cantora afirma não se incomodar com o ambiente onde sua música é tocada.
- Recebo todos os tipos de mensagens dizendo, ‘eles só tocam ‘Say Yes’ nos clubes’. Clubes gays tem tocado ‘Say Yes’ e eu não estou brava com isso – relatou Michelle Williams em entrevista ao The Breakfast Club.
A cantora se defendeu também de críticas que afirmam que seu novo álbum de música cristã não se encaixa na categoria de música gospel, e disse que busca encorajar as pessoas a terem um relacionamento melhor com Deus.
- A música gospel deveria soar como? Será que ela tem que ter um padrão? Acho que a mensagem da música é o evangelho, não necessariamente o som – afirmou a cantora.
- Eu só quero incentivar as pessoas a fazerem o que Deus as chamou para fazer, não importa o que isso pareça para os outros. Entenda a vontade de Deus, ele pode até mesmo encarar tudo ao contrário de como você se sente ou para onde acha que deve ir – disse Williams para o The Blaze TV, em maio.
Michelle Williams falou também sobre sua decisão de utilizar sua fama para falar sobre o evangelho ao grande público.
- Eu comecei a perceber que, mesmo com a minha plataforma Destiny’s Child, minha vocação individual é o evangelismo, mas não com a forma tradicional, em um púlpito. Falo a palavra de Deus através da minha música e também por outros tipos de oportunidade, como no teatro, e outras coisas que eu faço, apenas para ser luz – detalhou a cantora, que também deu conselhos para as pessoas que têm por objetivo usar a arte para pregar o evangelho.
- Eu diria que eles realmente devem orar, e Deus vai dar a mensagem que ele quer que você compartilhe. Nunca é tarde demais. Deus pode transformar algumas coisas ao seu redor – finalizou Michelle Williams.
Leia mais...